Urologia e Andrologia

Cálculos renais / Litíase (endourologia)

Tratamento dos cálculos renais (pedra nos rins) com endourologia de ponta — do controle da crise de dor às técnicas menos invasivas para remover a pedra e evitar que ela volte.

Dr. Guilherme Wood

Urologista e Andrologista · CRM 129.735 / RQE 55.654

Formado pela Universidade de São Paulo (USP), com fellowship no Massachusetts General Hospital (Harvard – Boston-EUA). Foco em microcirurgia, cirurgia robótica e endoscópica, e saúde reprodutiva masculina, com conduta baseada em evidência.

Com ureteroscópio flexível digital, laser de alta potência e bainha ureteral de aspiração, é possível tratar a maioria dos cálculos sem cortes — pulverizando a pedra e aspirando os fragmentos, com mais segurança e mais chance de ficar livre de pedras.

O que é

Os cálculos renais — as “pedras nos rins” — são muito comuns e podem causar uma dor intensa (a cólica renal), além de sangue na urina, náuseas e, quando há infecção, febre. A boa notícia é que hoje a maioria dos casos se resolve por técnicas minimamente invasivas, sem cortes. E, tão importante quanto tirar a pedra, é descobrir por que ela se formou — para evitar novas crises.

Dr. Guilherme em cirurgia endoscópica

Quando é indicado

Procure avaliação diante de dor forte no flanco ou nas costas que irradia para a virilha, sangue na urina, dor ao urinar, náuseas ou febre. O tratamento é indicado quando a pedra é grande demais para sair sozinha, quando causa dor persistente, obstrução, infecção ou risco para o rim — e também para investigar e prevenir a formação de novos cálculos.

Abordagem e tratamento

A avaliação define o tamanho, a localização e a composição provável do cálculo (geralmente com tomografia) para escolher a melhor conduta. Pedras pequenas podem sair sozinhas, com hidratação e medicação; as demais têm opções minimamente invasivas:

Ureteroscopia flexível: com um ureteroscópio flexível digital, chegamos ao rim pela via urinária natural, sem cortes, para tratar a pedra por dentro — com imagem de alta definição e alcance a todos os cálices.

Laser de alta potência: pulveriza a pedra (“dusting”) de forma rápida e eficiente, transformando-a em pó fino, mais fácil de eliminar.

Bainha ureteral de aspiração: aspira continuamente os fragmentos e o pó durante o procedimento, mantendo a pressão baixa dentro do rim — o que aumenta a chance de ficar livre de pedras e reduz o risco de infecção.

Para pedras muito grandes, a nefrolitotripsia percutânea (por uma pequena punção) pode ser a melhor escolha. A litotripsia por ondas de choque (LECO) segue como opção em casos selecionados.

🪥

Como é o procedimento

Na maioria dos casos o acesso é pela via urinária natural, sem cortes: sob anestesia, um aparelho fino e flexível é levado até o rim, o laser pulveriza a pedra e retiramos os fragmentos com um pinça especial (basket) ou através da bainha de aspiração. Nas pedras muito grandes, faz-se uma pequena punção nas costas (via percutânea). O tempo e os detalhes dependem do tamanho e da localização, definidos no planejamento.

🌿

Recuperação e pós-operatório

A recuperação costuma ser rápida. Muitas vezes é necessário deixar um cateter (duplo J) por um curto período, para o ureter drenar bem — ele é retirado depois, num procedimento simples. Pode haver ardência ou vontade frequente de urinar por alguns dias. Orientamos hidratação e os cuidados até a recuperação completa.

Acompanhamento e cuidados

Depois de tratar a pedra, o passo mais importante é evitar que ela volte. Fazemos a investigação metabólica — por que a pedra se formou — e orientamos hidratação, dieta e, quando necessário, medicação, de forma individualizada conforme a composição do cálculo. O acompanhamento com exames confirma o resultado e previne novas crises.

Mitos e verdades

“Toda pedra no rim precisa de cirurgia.” Mito. Pedras pequenas costumam sair sozinhas; a intervenção entra conforme o tamanho, os sintomas e as complicações.

“Cerveja ou limão dissolvem a pedra.” Mito. Não há bebida que “dissolva” o cálculo. A prevenção real vem de hidratação, dieta e tratamento conforme o tipo de pedra.

“Tirou a pedra, resolveu para sempre.” Mito. Sem investigar a causa, a recorrência é alta — a prevenção é parte do tratamento.

“Tratar pedras grandes sempre exige cortes.” Mito. A maioria é tratada pela via natural, sem cortes, com laser e aspiração dos fragmentos.

Por que se tratar comigo

No cálculo renal, a tecnologia faz diferença real: ureteroscópio flexível digital, laser de alta potência e bainha de aspiração aumentam a chance de ficar livre de pedras com mais segurança. O Dr. Guilherme Wood é urologista com formação pela USP e fellowship no Massachusetts General Hospital (Harvard), com atuação em endourologia e foco não só em tratar a crise, mas em prevenir novas pedras.

Sobre o médico

Dr. Guilherme Wood

Formado pela Universidade de São Paulo (USP), com fellowship no Massachusetts General Hospital (Harvard – Boston-EUA). Foco em microcirurgia, cirurgia robótica e endoscópica, e saúde reprodutiva masculina, com conduta baseada em evidência. Atende no Jardins, em São Paulo, e recebe pacientes de todo o Brasil.

Vamos conversar sobre o seu caso

Dê o próximo passo com segurança. Preencha e fale com a gente no WhatsApp.

Perguntas frequentes

As dúvidas que mais chegam

Quais são os sintomas de pedra no rim?

Dor forte no flanco ou nas costas que irradia para a virilha (cólica renal), sangue na urina, dor ao urinar, náuseas e, quando há infecção, febre.

Toda pedra no rim precisa de cirurgia?

Não. Pedras pequenas costumam ser eliminadas sozinhas, com hidratação e medicação. A intervenção é indicada conforme o tamanho, os sintomas e as complicações.

Como é o tratamento a laser para pedra no rim?

Por dentro, sem cortes: um ureteroscópio flexível chega até o rim pela via natural e o laser de alta potência pulveriza a pedra, que é aspirada em fragmentos e pó.

O que é a bainha ureteral de aspiração?

É um dispositivo que aspira continuamente os fragmentos durante o procedimento, mantendo a pressão baixa dentro do rim — o que aumenta a chance de ficar livre de pedras e reduz o risco de infecção.

Vou precisar usar cateter duplo J? Incomoda?

Em muitos casos, sim, por um curto período, para o ureter drenar bem. Pode causar ardência ou vontade frequente de urinar; é retirado depois num procedimento simples.

Como evitar que a pedra volte?

Com investigação metabólica (descobrir a causa) e orientações individualizadas de hidratação, dieta e, quando necessário, medicação — de acordo com a composição da sua pedra.

Cerveja ou limão dissolvem a pedra nos rins?

Não. Nenhuma bebida dissolve o cálculo. Hidratação ajuda na prevenção, mas o tratamento e a prevenção corretos dependem do tipo de pedra.

Fale conosco

Preencha seus dados para continuar a conversa no WhatsApp.

Informe seu nome.
Informe um telefone válido.