Urologia e Andrologia

Andrologia e reposição de testosterona

Andrologia e reposição de testosterona com individualização — do diagnóstico correto ao regime sob medida, incluindo opções que preservam a fertilidade e a recuperação do eixo após uso de testosterona.

Dr. Guilherme Wood

Urologista e Andrologista · CRM 129.735 / RQE 55.654

Formado pela Universidade de São Paulo (USP), com fellowship no Massachusetts General Hospital (Harvard – Boston-EUA). Foco em microcirurgia, cirurgia robótica e endoscópica, e saúde reprodutiva masculina, com conduta baseada em evidência.

Nem todo homem precisa (ou deve) usar testosterona. Quando faz sentido preservar a fertilidade ou recuperar a produção natural, usamos medicações que estimulam o próprio corpo — sob acompanhamento, sem fórmula pronta.

O que é

A andrologia cuida da saúde hormonal, sexual e reprodutiva do homem. A deficiência de testosterona (hipogonadismo) é real quando níveis baixos vêm acompanhados de sintomas — mas repor não é atalho para todo mundo. O caminho certo começa por um diagnóstico bem feito e por um plano individualizado, tratando o homem como um todo, e não um número isolado no exame.

guilherme wood no consultorio

Quando é indicado

Vale procurar avaliação diante de sintomas como cansaço persistente, queda da libido, disfunção erétil, perda de massa muscular, alterações de humor e dificuldade de concentração — especialmente quando confirmados níveis baixos de testosterona. Também atendemos quem usou testosterona ou anabolizantes e quer recuperar a produção natural e a fertilidade, e quem precisa tratar sem abrir mão de ter filhos.

Abordagem e tratamento

Tudo começa por um diagnóstico correto: sintomas somados a dosagens de testosterona (repetidas, pela manhã) e exames que ajudam a entender a causa (LH, FSH, entre outros), além de segurança (hematócrito, PSA, perfil metabólico). Quando há causa tratável, ela é abordada primeiro.

Regimes individualizados: quando a reposição é indicada, o esquema é feito sob medida — via e intervalo escolhidos para manter níveis mais estáveis e evitar os “picos e vales”. Vai de formulações de depósito de longa duração a esquemas de doses menores e mais frequentes, incluindo a via subcutânea (uso off-label) para quem se beneficia de níveis mais constantes.

Alternativas que preservam a fertilidade: para quem quer manter a produção de espermatozoides ou prefere estimular o próprio corpo, existem opções gonadotróficas — como os moduladores (clomifeno/enclomifeno) e o hCG — que elevam a testosterona sem “desligar” os testículos, ao contrário da testosterona externa.

Recuperação do eixo: quem usou testosterona ou anabolizantes e teve a produção natural suprimida pode seguir um protocolo estruturado para reativar o eixo e a fertilidade, evitando a dependência do hormônio externo.

Tudo com base em evidência e monitoramento — sem promessas de “antienvelhecimento”.

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Como é o procedimento

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Recuperação e pós-operatório

Acompanhamento e cuidados

A reposição não é “começar e esquecer”: acompanhamos os níveis e a segurança ao longo do tempo (testosterona, hematócrito, PSA, perfil metabólico), ajustando o esquema conforme a resposta e os seus objetivos. Quando o plano envolve fertilidade ou recuperação do eixo, o acompanhamento é ainda mais próximo, com exames seriados.

Mitos e verdades

“Testosterona baixa? É só repor e resolver.” Mito. Nem todo cansaço é testosterona. Sem diagnóstico correto, individualização e monitoramento, repor pode fazer mais mal do que bem.

“Reposição de testosterona não interfere na fertilidade.” Mito. A testosterona externa suprime a produção natural e pode zerar os espermatozoides — por isso quem quer ter filhos deve preferir as opções gonadotróficas.

“Quem usou anabolizante não recupera a produção natural.” Mito. Com um protocolo adequado, a maioria dos homens recupera o eixo e a fertilidade.

“Testosterona é o remédio da juventude / faz mal ao coração.” Nuance: não é fórmula antienvelhecimento; e, quando bem indicada e monitorada, os estudos recentes não mostram aumento de eventos cardíacos. Sem indicação, porém, o risco não compensa.

Por que se tratar comigo

Em andrologia, a diferença está em individualizar e oferecer todas as opções — não só a receita de testosterona. O Dr. Guilherme Wood é urologista e andrologista com formação pela USP e fellowship no Massachusetts General Hospital (Harvard), com conduta baseada em evidência e sem modismos. Aqui você encontra desde regimes de reposição sob medida até alternativas que preservam a fertilidade e protocolos de recuperação do eixo.

Sobre o médico

Dr. Guilherme Wood

Formado pela Universidade de São Paulo (USP), com fellowship no Massachusetts General Hospital (Harvard – Boston-EUA). Foco em microcirurgia, cirurgia robótica e endoscópica, e saúde reprodutiva masculina, com conduta baseada em evidência. Atende no Jardins, em São Paulo, e recebe pacientes de todo o Brasil.

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Perguntas frequentes

As dúvidas que mais chegam

Quais são os sintomas de testosterona baixa?

Cansaço persistente, queda da libido, disfunção erétil, perda de massa muscular e força, alterações de humor e dificuldade de concentração. Só os sintomas não fecham o diagnóstico — é preciso confirmar com exames.

Como é feito o diagnóstico de testosterona baixa?

Pela combinação de sintomas com dosagens de testosterona (de preferência repetidas e pela manhã), somadas a exames que ajudam a entender a causa e a garantir a segurança do tratamento.

A reposição de testosterona causa infertilidade?

Sim, pode. A testosterona externa suprime a produção natural e pode reduzir ou zerar os espermatozoides. Quem deseja ter filhos deve considerar alternativas que preservam a fertilidade.

Existe alternativa à testosterona que preserva a fertilidade?

Sim. Medicações gonadotróficas, como clomifeno/enclomifeno e hCG, elevam a testosterona estimulando o próprio corpo, sem desligar os testículos — úteis para quem quer manter a fertilidade.

Usei anabolizantes/testosterona e parei. Dá para recuperar minha produção natural?

Na maioria dos casos, sim. Existe um protocolo estruturado para reativar o eixo hormonal e a fertilidade em quem suprimiu a produção com testosterona ou anabolizantes.

Quais são as formas de reposição de testosterona?

Existem várias vias e intervalos — de formulações de depósito de longa duração a esquemas de doses menores e mais frequentes, incluindo a via subcutânea. A escolha é individualizada para manter níveis estáveis.

Reposição de testosterona faz mal ao coração ou à próstata?

Quando bem indicada e monitorada, os estudos recentes não mostram aumento de eventos cardíacos, e o acompanhamento inclui a próstata (PSA). O risco existe quando se repõe sem indicação ou sem controle.

A reposição de testosterona é para sempre?

Depende da causa. Em alguns casos é de longo prazo; em outros, o objetivo é recuperar a produção natural. Isso é definido e reavaliado ao longo do acompanhamento.

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