Urologia e Andrologia

Vasectomia

Vasectomia sem bisturi e sem agulha, em regime ambulatorial e com anestesia local, no conforto do consultório ou no hospital — simples, rápida e sem burocracia.

Dr. Guilherme Wood

Urologista e Andrologista · CRM 129.735 / RQE 55.654

Formado pela Universidade de São Paulo (USP), com fellowship no Massachusetts General Hospital (Harvard – Boston-EUA). Foco em microcirurgia, cirurgia robótica e endoscópica, e saúde reprodutiva masculina, com conduta baseada em evidência.

Vasectomia sem bisturi (no-scalpel), com anestesia sem agulha (jato pressurizado) e oclusão por clipes de titânio — feita no consultório ou no hospital, com recuperação rápida.

O que é

A vasectomia é o método contraceptivo definitivo masculino mais seguro e eficaz. É um procedimento simples, feito nos canais que levam os espermatozoides (os ductos deferentes), e hoje pode ser realizado de forma muito confortável: sem bisturi, sem agulha e em regime ambulatorial, no próprio consultório, com anestesia local. Também pode ser feita em ambiente hospitalar, se você preferir. E, importante: na maioria dos casos ela pode ser revertida por microcirurgia, caso um dia você mude de ideia.

Quando é indicado

A vasectomia é indicada para o homem que decidiu não ter mais filhos. Pela lei atual (Lei 14.443/2022), pode ser realizada por quem tem pelo menos 21 anos ou dois ou mais filhos vivos, com plena capacidade civil. Há um prazo de 60 dias entre a manifestação da vontade (assinatura do termo) e a cirurgia. E uma mudança importante: não é mais necessária a autorização do cônjuge — a decisão é sua. Orientamos todo esse processo na consulta.

Abordagem e tratamento

Na consulta, conversamos sobre a decisão, o caráter definitivo do método e a possibilidade de reversão microcirúrgica, se um dia for necessária. Optamos, sempre que possível, pela técnica sem bisturi (no-scalpel), que dispensa cortes — apenas uma pequena punção —, reduzindo dor, sangramento e tempo de recuperação.

A anestesia local pode ser feita com equipamento sem agulha (jato pressurizado), tornando a experiência ainda mais tranquila para quem tem receio de agulha. Para ocluir os canais, utilizo clipes de titânio no consultório — uma técnica prática e eficaz. Tudo com foco em uma vasectomia rápida, confortável e sem burocracia.

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Como é o procedimento

No consultório, sob anestesia local — que pode ser aplicada sem agulha, por jato pressurizado —, é feita uma pequena punção na pele da bolsa escrotal, sem bisturi. Os ductos deferentes são localizados e ocluídos com clipes de titânio, interrompendo a passagem dos espermatozoides. O procedimento dura em média poucos minutos e não exige internação. Quando preferir, também pode ser realizado em ambiente hospitalar.

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Recuperação e pós-operatório

A recuperação é rápida: você vai para casa logo após o procedimento, com desconforto leve controlado por analgésicos comuns, gelo e repouso relativo nos primeiros dias. A maioria retorna ao trabalho em 2 a 3 dias, evitando esforço e relações por cerca de 1 semana. Atenção: a vasectomia não funciona imediatamente — é preciso confirmar a ausência de espermatozoides com um espermograma alguns meses depois, antes de dispensar outros métodos.

Acompanhamento e cuidados

Acompanhamos até o espermograma de controle confirmar a ausência de espermatozoides — só então a vasectomia é considerada efetiva. Até lá, é necessário manter outro método contraceptivo. Orientamos todos os cuidados e o momento certo de fazer o exame.

Mitos e verdades

“Vasectomia afeta o desempenho sexual ou a testosterona.” Mito. Não altera libido, ereção, orgasmo nem a produção de testosterona. O sêmen continua praticamente igual, apenas sem espermatozoides.

“Vasectomia funciona na hora.” Mito. Leva algumas semanas e várias ejaculações; só o espermograma confirma que já é seguro.

“A esposa precisa autorizar.” Mito — isso mudou. Desde a Lei 14.443/2022, não é mais necessária a autorização do cônjuge.

“Vasectomia é irreversível.” Mito. É definitiva como método, mas pode ser revertida por microcirurgia na maioria dos casos.

Por que se tratar comigo

Aqui a vasectomia é feita do jeito mais confortável possível: sem bisturi, sem agulha, no consultório ou no hospital, sem burocracia. O Dr. Guilherme Wood é urologista e andrologista com formação pela USP e fellowship no Massachusetts General Hospital (Harvard) — e, por dominar também a reversão microcirúrgica, oferece a segurança de quem conhece os dois lados do procedimento. Conduta clara, sem etapas desnecessárias.

Sobre o médico

Dr. Guilherme Wood

Formado pela Universidade de São Paulo (USP), com fellowship no Massachusetts General Hospital (Harvard – Boston-EUA). Foco em microcirurgia, cirurgia robótica e endoscópica, e saúde reprodutiva masculina, com conduta baseada em evidência. Atende no Jardins, em São Paulo, e recebe pacientes de todo o Brasil.

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Perguntas frequentes

As dúvidas que mais chegam

Quem pode fazer vasectomia? Quais são as regras?

Pela lei atual, homens com pelo menos 21 anos ou com dois ou mais filhos vivos, com plena capacidade civil. Há um prazo de 60 dias entre a assinatura do termo e a cirurgia.

A esposa precisa autorizar a vasectomia?

Não. Desde a Lei 14.443/2022, a autorização do cônjuge deixou de ser exigida — a decisão é do próprio homem.

A vasectomia é coberta pelo convênio?

Sim. Para quem cumpre os critérios legais, a cobertura pelos planos de saúde é obrigatória. Orientamos sobre a documentação na consulta.

O que é vasectomia sem bisturi (no-scalpel)?

É a técnica que dispensa cortes: em vez de incisão, faz-se apenas uma pequena punção na pele, o que reduz dor, sangramento e tempo de recuperação.

A anestesia da vasectomia tem agulha? Dói?

Pode ser feita sem agulha, com um jato pressurizado que aplica o anestésico na pele — ideal para quem tem receio de agulha. O desconforto é mínimo.

Vasectomia afeta o desempenho sexual ou a testosterona?

Não. Não muda a libido, a ereção, o orgasmo nem a produção de testosterona. O que muda é apenas a ausência de espermatozoides no sêmen.

Vasectomia tem volta?

Sim, na maioria dos casos pode ser revertida por microcirurgia. Ainda assim, ela deve ser encarada como um método definitivo na hora de decidir.

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